Luzia Winandy  

O Divórcio e Suas Implicações (Entrevista)

May 15th, 2012

Por: Luzia Winandy
Entrevista para a Revista “Uma Girl” no mes de maio

Uma situação de divórcio gera sempre um estado de crise familiar. Não importa qual o desfecho que levou tal decisão mas o sentimento de estar só e abandonado vai sempre prevalecer nos membros da família, num primeiro momento. Como ocorre com toda perda e separação é fundamental o luto que se forma diante desta perda. Todos estão perdendo, desde a perda do espaço físico, seja com brigas ou sem brigas, até a perda da figura mãe e pai que não mais serão vistos como uma dupla, mas como seres individuais. Com tudo isto, eles podem ter reações diversas:

-Para uns, pode vir como uma negação total (fazer de conta que não estão se incomodando, que os pais são indiferentes para eles. Esta é uma das piores reações, porque muitos pais vendo os filhos reagirem desta maneira,ficam acreditando que não houve nenhum problema a separação, que eles aceitaram bem o novo contexto familiar. Isto acaba impedindo um diálogo familiar sobre os sentimentos que cada um está nutrindo de verdade.
- Para outros, a reação pode ser de rebeldia. Aparentemente, esta é a reação que mais incomoda e preocupa aos pais; no entanto é uma reação normal, o filho ficar rebelde diante de uma situação em que o equilíbrio familiar perdeu o lugar. Esta é a forma que o filho tem para dizer aos pais o quanto infeliz e inseguro ele está diante desta nova situação. O filho homem muitas vezes fica com uma fantasia que agora vai ter de ser o “pai” da família, quando está com a mãe e, se for mulher, fica com uma fantasia de que agora terá de ser a “mãe” da família se for morar com o pai. Esta situação mal resolvida, pode gerar uma tremenda confusão no mundo emocional da criança ou do adolescente. Eles formam fantasias de serem os responsáveis pelos seus genitores e responsáveis pelos desentendimentos entre eles, culminando na separação. Leia o resto desse artigo »

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Tags: crise familiar, divório, familia, separaçao
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Crianças devem fazer regime? (Entrevista)

April 19th, 2012

Por: Luzia Winandy

Participação na entrevista para o Portal IG-filhos e crianças dia 05/04/2012
Link: http://delas.ig.com.br/filhos/criancas-devem-fazer-regime/n1597732243895.html

As pesquisas mostram que o numero de crianças com sobrepeso ou obesas tem sido cada vez mais crescente e que a chance de uma criança gorda se tornar um adulto obeso é enorme. Sabemos ainda que as conseqüências da obesidade são preocupantes, gerando graves problemas de saúde na vida adulta. Em vista disto, está havendo uma preocupação em fazer um trabalho preventivo junto às famílias.

Podemos dizer que o excesso de peso na infância é um indicativo que toda a família e a dinâmica familiar e alimentar precisam ser alteradas. Precisa mudar, antes de tudo, a rotina não só da criança mas familiar. Os pais precisam tomar consciência que é responsabilidade deles este cuidado alimentar. A criança come o que os pais compram e oferecem a ela.
Importante lembrar que alimento e afeto são coisas muito associadas. Muitas vezes as crianças comem como forma de compensar sentimentos que não estão podendo aparecer na relação familiar. Estão impossibilitados de expressar afetos e o excesso de comida acaba vindo como conseqüência destes processos internos mal resolvidos.

Abordar com a criança o problema de forma inadequada pode contribuir para torná-lo ainda mais sério que justamente por se sentirem pressionadas ou humilhadas as crianças podem descontar suas frustrações na comida. “O excesso de peso pode trazer problemas de saúde graves, mas a família tem a obrigação de tratar este assunto com respeito e afeto. A criança precisa se sentir apoiada e incentivada e evitar expor a criança a situações humilhantes é fundamental”.

Luzia Winandy

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Tags: obesidade, sobrepeso
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Hiperidrose: Uma Compreensão Psicológica (Entrevista)

March 19th, 2012

Por: Luzia Winandy
Participação na Entrevista para a Rede de Tv MEGATV no dia 29/02/2012

Toda a problemática da hiperidrose gira em torno do excesso de sudorese que a doença provoca. É uma desordem fisiológica caracterizada por suor excessivo. Em alguns o suor intenso pode ser nas mãos, nos pés, nas axilas, inguinal ou crânio-facial, algumas vezes acompanhado de rubor facial. Esta sudorese excessiva é muito constrangedora e acaba por dificultar atividades diárias, seja no âmbito profissional como no social. Atividades corriqueiras como escrever, segurar papéis, apertar mãos de outra pessoa, dar um abraço, podem ser dificultadas pela hiperidrose, principalmente se o quadro é grave e ocorrer gotejamento na região afetada. Este sintoma acaba tomando uma dimensão muito grande na vida do portador dela, com muitos complexos e muita vergonha de se expor com as marcas deixadas pela transpiração excessiva em seu corpo. É uma sudorese constante, que tem como fatores agravantes, a ansiedade diante de situações de tensão ou pressão emocional.
Podemos dizer que aspecto psicológico nuclear da hiperidrose é a ansiedade que desencadeia em relação à transpiração excessiva e quanto mais ansiosa fica, maior a vigilância em relação ao corpo, mais aumenta a sudorese.

Estudos mostram que embora não se conheça exatamente as causas pelas quais isto ocorre e não seja considerada e nem classificada como um transtorno de ansiedade, todo o quadro caracteriza uma situação semelhante à de uma ansiedade fóbica. Inclusive por ser a sudorese excessiva um dos sintomas de ansiedade e pela reação que a pessoa apresenta de se esquivar de contato interpessoal e de situações em que se sente sob forte pressão. Ela passa a temer e fugir das situações da mesma forma que um fóbico também se esquiva.

Conseqüência emocional e social: Como o distúrbio afeta o dia a dia e a qualidade de vida do paciente Leia o resto desse artigo »

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Tags: ansiedade, Hiperidrose, sudorese, tensão emocioanal
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Mudanças Comportamentais (Entrevista)

February 28th, 2012

Por: Luzia Winandy
Participação na Matéria do portal:
http://abiliodiniz.uol.com.br/qualidade-de-vida/escolha-propria.htm

1 – Embora a sociedade esteja mais aberta às mudanças comportamentais, hoje ainda há muita cobrança social em cima das ações individuais. Um exemplo é o que acontece com a mulher. Se ela está solteira por muito tempo, cobram quando ela vai casar, se ela casa, quando vai ter filhos, etc. Como as pessoas podem lidar melhor com essas cobranças sociais para não sofrerem com isso?

Penso que isto faz parte da vida, vivemos numa cultura onde formar uma família ainda é algo que no final das contas é o desejo de uma grande maioria. As pessoas que se sentem cobradas a ter um companheiro e filhos, na verdade estão projetando na sociedade uma cobrança particular delas mesmas que muitas vezes não podem ser vistas em si próprias. As pessoas se cobram de ter esta família porque querem atender a um desejo delas que provavelmente esteja ainda latente mas que só está sendo manifesto na “voz” da sociedade. Porque as mulheres não estão muitas vezes podendo dizer: eu quero ter uma família, eu desejo casar, ter filhos, ser uma mãe e ter tudo que uma mulher sonha. Porque a maternidade é algo inato, são poucas as mulheres que não sonham em ter um companheiro e em ter filhos. Ela está muito conflitante com essa nova mulher que precisa dar conta de uma carreira profissional e além do mais ser bem sucedida. Por isso, quando a sociedade cobra esta realização de mulher ela fica tão sofrida, por coincidir justamente com um desejo e sentimento próprio dela, que ela não está podendo identificar como sendo seu.
A melhor forma de lidar com isto é a pessoa entrar em contato com seus próprios desejos e sonhos. Nós não sonhamos com uma única coisa, o que precisamos é priorizar a busca da realização do sonho que julgamos ser mais importante. Leia o resto desse artigo »

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Tags: Escolha Propria, Mudanças comportamentais
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Hipocondria (Entrevista)

January 30th, 2012

Por: Luzia Winandy
Entrevista para o Portal:
http://www.podtersaude.com.br/2011/11/30/hipocondria/
http://www.podbr.com/

O que é hipocondria e o que a caracteriza?
Conhecida popularmente como a “mania de doença”, como já dizia Freud, onde simples pontos doloridos podem servir de base para acreditar que está portadora de uma doença grave, baseando-se numa interpretação incorreta de tais sintomas corporais. Essa suspeita de doença leva-os a estar constantemente vigiando seu corpo, com comportamentos repetidos de verificação da saúde, como providências para evitar o pior, uma distorção cognitiva na avaliação da saúde. O aumento da ansiedade que se desencadeia decorrente desta vigilância ao corpo provoca novas sensações corpóreas, que a pessoa pode avaliar como prova da doença. Podemos dizer que o aspecto nuclear que caracteriza a hipocondria é um medo ou crença infundada de estar sofrendo de uma enfermidade grave, baseando-se na interpretação errônea dos sintomas não patológicos como sinal de doença grave; envolve preocupação excessiva com doenças físicas, um estado de alerta nos movimentos corporais, atenção seletiva corporal com interpretações catastróficas de sinais ou sensações corporais como alguma doença grave. Está associada a ansiedades fóbicas de um medo irracional de morte, e uma ansiedade obsessiva em relação ao corpo, com uma preocupação e auto observação obsessiva do corpo.

- Quais os sintomas da hipocondria? Leia o resto desse artigo »

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Tags: hipocondria, mania de doença
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Ciumes de Você (Entrevista)

December 12th, 2011

Por: Luzia Winandy
Entrevistas para a Revista Capricho ed. 1136 mes 11/2011

Por que meu namorado sente tanto ciúme de mim?
- Sabemos que o ciúme é um sentimento natural no ser humano e toda relação amorosa pressupõe-se a existência de ciúmes. Precisamos ainda lembrar que a adolescência é uma fase da vida em que os meninos estão buscando uma auto- afirmação; estão em fase de transição da vida infantil e dependente dos pais, para uma vida de independência. Estão buscando uma identidade. E esta organização da identidade se dá com muitas turbulências. Isto implica que os jovens em geral ainda se sentem muito inseguros em relação a si próprio. Esta insegurança os faz se sentir como muito inadequados, inferiores, incompetentes e quando se encontram num relacionamento amoroso sentem que não é o bastante para a namorada (o) e tem medo de perder. É este medo da perda que acaba levando a sentir ciúmes. Estudos mostram que os adolescentes têm dificuldades de expressar seus sentimentos em palavras e acabam por fazê-lo através de atitudes e que com o passar do tempo eles vão se organizando mentalmente e podem expressar num discurso verbal mais coerente o que ele está sentindo. Numa relação amorosa, muitas vezes nos sentimos inseguros e ficamos com medo de perder a pessoa amada para outra pessoa. Sentir ciúmes faz parte de um relacionamento, todos nós alguma vez já o sentimos. O ciúme está relacionado com a falta de confiança (no outro ou em si próprio); quando não estamos nos sentindo capazes de sermos amados por outro, por não acreditar em si mesmo e se sentir sempre inferior. No entanto, é importante dosar esse sentimento. É a dosagem do comportamento e da reação ao sentimento ciumento que vai diferenciar.

O que fazer com um namorado ciumento?
Podemos dizer que o mais importante a fazer com um namorado (a) ciumento (a) é buscar o diálogo, mas não somente sobre os ciúmes, mas sobre esta etapa da vida deles, dos reais medos, das incertezas, das mudanças, das inseguranças que eles sentem, seus principais temores sobre o namoro, sobre a vida, suas expectativas de futuro etc.. Saliente também o quanto é desconfortável viver com tantas cobranças e as chateações decorrentes disto. Que você também é adolescente, e tal como ele (a) também precisam ficar abertos para o mundo e isto não implica em sair com outros meninos (as). Enfatize que ambos precisam descobrir como é viver esta nova etapa na vida. Dialogar é sempre a melhor solução. Obviamente que não se pode esperar de imediato um discurso verbal coerente e organizado, mas à medida que se propõem ao diálogo existe uma tendência a evoluir. No entanto, é importante estar alerta para os diferentes tipos de ciúmes. Como disse é a dosagem do comportamento e da reação do ciumento que vai ser o termômetro para se avaliar se vale à pena investir nesta relação.

- existem tipos de ciúmes diferentes?
O tipo normal, o mais comum e saudável, quando a pessoa fica se sentindo ameaçada ou mesmo se sentindo excluída, mas o respeito e a individualidade não ficam prejudicados. A manifestação dele não vem de modo irracional e as discussões são embasadas em fatos reais ou em fantasias próximas da realidade. Ela tem um caráter mais de compreensão e adaptação; costuma ser passageiro e mantém um desejo de preservar o relacionamento.

Enquanto o Ciúme Patológico se baseia em idéias infundadas, exageradas e muitas vezes absurdas de ciúme. Neste caso o que se manifesta é o desejo de manter o controle do (a) outro (a.) A pessoa fica ruminando sobre os relacionamentos anteriores do outro (a) e muitas vezes fica buscando por indícios que possam comprovar sua infidelidade. Sua mente fica dominada pela desconfiança e insegurança. Sua atitude em geral é de explosão, de raiva, de violência e humilhação para com o (a) namorado (a). Podendo inclusive ameaçar a integridade física do outro.
Leia o resto desse artigo »

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Tags: Ciúmes, tipos de ciumes
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A Importância da Auto-estima(Entrevista)

November 23rd, 2011

Entrevista para o portal www.abiliodiniz.com.br dia 04/11/2011
http://mobile.abiliodiniz.com.br/abilio-mobile/qualidade-de-vida/valorize-se.htm

Por: Luzia Winandy

1 – Gostaria que me falasse um pouco sobre o que é a autoestima. E porque ela é tão importante para manter todas as áreas da vida, como trabalho e relacionamentos, funcionando bem. É verdade que ela ajuda em tudo, porque?
Auto estima refere-se à forma como percebemos e valorizamos a nós mesmos. Podemos defini-la como sendo o resultado de uma avaliação que a pessoa faz de si própria, incluindo suas experiências de vida, sentimentos, pensamentos e julgamentos pessoais. Se neste “balanço” ela faz um julgamento positivo de si mesma, com segurança e confiança, podemos dizer que ela tem uma elevada auto-estima; isto contribuirá para que ela transcenda esta visão de confiança e segurança, para o mundo. A forma como percebemos e valorizamos a nós mesmos determina em grande medida a forma como nos comportamos, como lidamos com a nossa vida e como nos conduzimos. Isto é, verá o mundo e as pessoas ao seu redor também mais confiantes, o que vai refletir em relacionamentos interpessoais mais fortes, seguros, onde os conflitos são solucionados com menos ansiedade e menos medos. Pessoas com auto-estima elevada arriscam mais, não tem medo de errar e nem temem o julgamento alheio. Isto conduz a um viver com muito mais liberdade. E quem não gosta de estar ao lado de pessoas assim? Por isto são sempre pessoas de muito sucesso, tanto a nível profissional quanto de relacionamentos interpessoais. Ela vai acreditar mais em suas capacidades e se arriscar mais.

2 – Porque em grande parte dos desequilíbrios emocionais, a pessoa perde a auto-estima? Em que situações da vida é mais comum ocorrer essa perda?
Poderíamos dizer que em alguns desequilíbrios emocionais acontecem por ocorrer uma ruptura na auto-estima da pessoa. Pessoas com auto estima elevada, diante de um conflito ou perdas significativos, ela se abala, forma um luto, sofre e retoma a vida pouco a pouco, sem se acusar ou sem acusar o mundo de estar contra ela. Consegue se reerguer e encontrar seu ponto de equilíbrio novamente. Ao contrário das pessoas com baixa auto-estima, diante de tais situações, elas não se restabelecem, não encontram o ponto de equilíbrio tão vital para nosso bem estar emocional, podendo entrar em depressão ou ser abatidas por transtornos emocionais mais importantes.

3 – Quais os sintomas e características de uma pessoa que perde a auto-estima? Ela pode entrar em depressão? Como é esse processo?
Pode acontecer que uma perda significativa no universo da pessoa conduza a um desequilíbrio interno, afetando assim o julgamento que ela tem de si próprio. Por exemplo, uma perda amorosa: ela entrar num processo de melancolia e ficar culpada pela perda. Ou então, numa perda de um trabalho, a pessoa deixa de avaliar a situação como um todo e se restringe apenas a se auto acusar de incompetente. Casos assim podem levar a uma auto recriminação e desvalorização, podendo conduzir a uma depressão.

4 – E como surge auto-estima? Ela faz parte de um traço de personalidade ou a pessoa pode desenvolvê-la ao longo da vida? Como isso é possível? Leia o resto desse artigo »

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Tags: Auto-estima, confiança, medos, segurança
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Ansiedade (matéria)

October 26th, 2011

Por: Luzia Winandy

Quem de nós não sentiu ansiedade? A Ansiedade é inerente ao desenvolvimento humano e permeia grande parte de nossas experiências. Todos nós sabemos o que significa sentir ansiedade, pois todos já a experimentamos de alguma forma. No entanto, ela vem se apresentando como um dos grandes problemas da atualidade e em geral é decorrência da vida agitada que levamos, da pressão no trabalho, alta competição, medo de demissão, problemas de relacionamento, problemas financeiros, de solidão entre outros. Leia o resto desse artigo »

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Tags: ansiedade, ansioso
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Ansiedade Pré-Vestibular (Entrevista)

September 26th, 2011

Por: Luzia Winandy
Entrevista para a Revista Atitude no mes de setembro de 2011

1) Em meio a outras doenças já conhecidas por nós, no seu site há um
tópico especial para tratamento de ansiedade pré vestibular. A Senhora tem
recebido muita procura relacionada a esta ansiedade específica?

Sem dúvida, está havendo um aumento progressivo na procura de tratamento para ansiedade pré vestibular. Este é um tema que tem sido foco de muita atenção e estudos nos últimos tempos. Atualmente as instituições de ensino estão conscientizando mais os vestibulandos do sucesso do exame estar relacionado não só à habilidade acadêmica mas também ao aspecto emocional . Está havendo mais abertura para que estes traços de ansiedade possam ser trabalhados e encaminhados para acompanhamento, dependendo do caso. Os vestibulandos estão se permitindo buscar uma ajuda psicológica e não ficar tão sozinhos nesta jornada. Normalmente eles contam com o apoio da família para isto e se sentem mais encorajados para um tratamento.

2) A quem ou a que a Senhora atribui as dificuldades e tensões enfrentadas
pelos adolescentes nessa fase? Escola? Família?

Penso que é o momento que o jovem está vivendo que é o fator determinante da ansiedade. Não tem como fugir ou escapar dessa pressão de vestibular. Toda essa situação de preparação para o vestibular gera uma grande expectativa, porque o ingresso na universidade está condicionado a ser aprovado ou não. Sendo assim, a cobrança sempre vai existir, seja interna ou externamente. O que vai diferenciar é a forma como o jovem vai encarar essas cobranças. Se ele estudar pensando em ser o melhor de todos ou que esta é a sua única oportunidade de ingressar na universidade, ou ainda que o vestibular seja um fator decisivo na sua vida, provavelmente isto causará muita ansiedade. Por outro lado, se ele usar essa ansiedade de modo benéfico, buscando desenvolver o melhor de si mesmo, pensando em seu potencial, provavelmente ele ficará muito mais tranqüilo e aprenderá com muito mais facilidade, o que vai lhe permitir se sentir mais seguro na hora da prova.

3) Como os pais devem se posicionar nesse período pré teste? Leia o resto desse artigo »

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Tags: Ansiedade Pré-vestibular
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Vida Estressante (Matéria)

August 23rd, 2011

Por: Luzia Winandy
Matéria para o site www.luzia.psc.br em 23/08/2011

O que se percebe hoje, principalmente com um mercado corporativo muito exigente e com as novas configurações familiares, são situações constantes de estresses, como por exemplo, um excesso de pressão no trabalho, alta competição, medo de demissão, problemas de relacionamento, problemas financeiros, de solidão entre outros.

Lembrando que estresse é como um esgotamento físico e mental; uma reação do organismo a um determinado evento ou experiência, provocando um desequilíbrio interno no individuo, acarretando prejuízos na vida pessoal, profissional e social. Salientando que qualquer mudança em nossa vida pode ser um fator estressante. As pessoas muitas vezes não encontram soluções ou encontram soluções pouquíssimas adequadas para as situações estressantes, gerando com isto uma crise, intensificando conseqüentemente o estresse.

Cada pessoa reage e tem limiares diferentes para enfrentar situações estressantes; vai depender da sensibilidade afetiva dela, da imagem que tem de si própria, da auto-estima e autoconfiança.
Estudos demonstram que o estresse tem sido considerado um fator de risco para inúmeras doenças e, se não tratados podem levar a depressão ou síndromes mais importantes ou ainda, evoluir para doenças cada vez mais graves, sejam de ordem cardiovasculares (arteriosclerose, derrame); gastrointestinais; reprodutivas (impotência, aborto espontâneo); infecciosas (herpes labial, gripes e resfriados); reumáticas (lúpus, artrite reumatóide).

Os portadores na maioria das vezes não percebem que estão doentes, sentem-se principalmente desanimados, irritados e cansados. O mais indicado seria a pessoa monitorar seu nível de estresse e ficar sempre atento aos sinais de alterações, que podem aparecer como uma desmotivação excessiva e um cansaço mais generalizado, acompanhado com perturbações no sono (insônia ou dormir em excesso); dificuldades de concentração e uma impaciência incomum; ou ainda com dores musculares e físicas. Leia o resto desse artigo »

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Tags: crise, desanimo, estresse, impaciencia, insonia, irritabilidade
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