Por Luzia Winandy
Transformar uma pessoa na protagonista de sua própria história libertá-la de sua passividade, de sua condição de mascarado social onde sua personagem principal não consegue surgir, é o que estaremos discutindo neste artigo.
Todos nós somos formados, na maioria das vezes, com a adoção de máscaras sociais. Colocamos máscaras para convivermos na sociedade e até conosco mesmas. Usamos máscaras porque não toleramos determinadas coisas em nós e por crenças que formamos sobre o mundo e idealizarmos um jeito de ser aceito pelo outro. A máscara de cada ser humano mata 90% das suas possibilidades de respostas criativas e mecanizam-no.
No dia-a-dia representamos os nossos papéis no teatro da vida. O nosso jeito de ser em casa não é o mesmo que somos no trabalho, com os filhos, como mãe, como pai, na igreja, com os amigos. Desempenhamos um papel diferente para cada situação da nossa vida. Denominamos isso de máscaras sociais, que são os diferentes papéis, os vários personagens do nosso cotidiano. Acabamos formando essas máscaras numa tentativa de satisfazer as expectativas do outro.
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