Por muito tempo foi considerada como um transtorno intratável. Mas na ultima década, estratégias comportamentais e cognitivas vem se mostrando muito eficazes.
Nesta abordagem são utilizadas técnicas cognitivo-comportamentais para tratar o medo da doença, as crenças da doença bem como corrigir as idéias errôneas em relação aos sintomas.
É fundamental, no início do tratamento, obter um compromisso da pessoa com o tratamento, bem como a necessidade de se formar um vínculo de confiança na relação terapeuta-paciente.
É trabalhado um novo modelo com o qual ele pode entender seu problema, explorar os problemas orgânicos que podem estar influenciados por fatores psicológicos.
