Pânico

Por: Luzia Winandy

São crises súbitas de intensa ansiedade e com algumas alterações fisiológicas como taquicardia, dificuldade de respirar, formigamentos, tonturas, medo de perder o controle, tremor, sensação de desmaio e um mal estar que dura alguns minutos. Estas alterações assustam tanto a pessoa em crise, que ela passa a ter o medo dessas sensações, medo de apresentar outra crise. . A pessoa acaba então por evitar situações onde ocorreram as crises anteriores julgando serem elas as causas. Algumas pessoas não saem de casa sozinha, não andam de elevador, não falam em publico, não dirigem, etc. por temerem estas crises.

Caracteriza-se por crises súbitas de intenso temor e mal estar (pânico) que dura alguns minutos, sem fatores desencadeantes aparentes. Existem algumas pessoas que desenvolvem a crise de pânico diante de determinadas situações pré-conhecidas, como, por exemplo, dirigindo automóveis, diante de grande multidão, dentro de elevador, etc.

Estas crises são acompanhadas de intensa ansiedade e de alguns sintomas específicos com alterações fisiológicas como a Taquicardia, perda do foco visual, falta de ar, dificuldade de respirar, formigamentos, vertigem, tontura, dor ou desconforto no peito, medo de perder o controle, sensação de irrealidade, despersonalização, medo de enlouquecer, sudorese, tremores, náuseas, desconforto abdominal, calafrios, ondas de calor, medo de desmaiar, sensação de iminência da morte, boca seca.

Estas alterações assustam tanto a pessoa em crise, que ela passa a ter o medo dessas sensações. Normalmente, depois do primeiro ataque as pessoas com pânico experimentam importante ansiedade e medo de vir a apresentar uma outra crise, A ansiedade é tanta que os pacientes ficam ansiosos diante da possibilidade de virem a ficar ansiosos aumentando ainda mais a sua ansiedade, que por sua vez aumenta ainda mais as sensações de desconforto. A pessoa acaba então por evitar situações onde ocorreram as crises anteriores julgando serem elas as causas. Algumas pessoas não saem de casa sozinha, não andam de elevador, não falam em publico, não dirigem, etc. por temer estas crises. De qualquer maneira a mobilidade social e profissional destas pessoas fica prejudicada.

Um medo muito comum é o de “voltar a sentir medo”. O transtorno de pânico é considerado basicamente uma fobia aos estímulos corporais internos. Muitas vezes o simples pensamento de entrar num avião ou passar ao lado de um abismo já desencadeiam a crise.

Os sintomas são sentidos de tal intensidade que e por muito tempo elas ficam achando que sofrem do coração ou, quando se tenta afastar essa possibilidade mediante uma série de exames cardiológicos negativos, pensam ser eminente um derrame cerebral.

As crises de Pânico geralmente são acompanhados dos temores: de que o organismo entre em colapso, de desmaiar, de enlouquecer ou de morrer.

Luzia Winandy

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