O lado bom de ser insatisfeito: Insatisfação produtiva X carreira profissional


Por Luzia Winandy

Falar de uma insatisfação produtiva me faz pensar em motivação e desmotivação do ser humano. Vale ressaltar que a automotivação é uma das mais almejadas capacidades humanas. Esta poderá ser pensada como uma potência interna oculta que estimula o individuo a seguir sempre adiante. Ela que faz com que as pessoas dêem o melhor de si.

A automotivação não depende do mundo externo para que ela seja acionada. Está dentro da própria pessoa. Uma insatisfação no trabalho pode influenciar sua carreira profissional de modo positivo, se não atribuir a sua insatisfação apenas a uma demanda do exterior, como a uma atitude da chefia, por exemplo.

Se buscar dentro de si razões pelas quais não está conseguindo acompanhar ou mesmo obter sucesso na sua empreitada verá sua insatisfação como uma forma positiva de buscar novos desafios. Vai procurar novas probabilidades e oportunidades na sua carreira profissional. Vai se estimular apesar de suas insatisfações, poder avaliar o que não está bem e seguir em frente.

O que gera a insatisfação e como ela pode ser usada a nosso favor

Podemos pensar que atrás de uma insatisfação existe sempre uma frustração. Muitas vezes algumas pessoas estão executando trabalhos e tarefas que não estão lhe dando prazer ou, não estão encontrando significado naquilo que realizam, ou ainda, podem não se sentir consideradas e valorizadas nas suas funções. Isto gera uma frustração que pode ou estagnar a pessoa numa carreira que não lhe dá realização, e ela pode permanecer cada vez mais infeliz afetando sua produtividade ou, por outro lado, pode impulsioná-la para novas buscas profissionais.

É saber administrar a frustração que vai fazer a diferença. Porque frustração todos nós temos em vários momentos e setores da vida. Administrar a frustração significa ponderar os ganhos e as perdas, os erros e acertos, o bom e ruim. Esta avaliação vai permitir a pessoa entrar em contato com as duas faces de uma vivencia e com isto vai conseguir usar a insatisfação para seu crescimento pessoal, buscar novos rumos e poder arriscar a procurar mudanças com mais segurança. Verá sua insatisfação como uma forma positiva de buscar novos desafios e, apesar delas, vai se estimular, avaliando o que não está bem, e seguir em frente. Para estas pessoas poderemos dizer que uma insatisfação no trabalho vai influenciar em sua carreira profissional de modo positivo. Se ela buscar não externamente, mas dentro de si razões pelas quais ela não está conseguindo acompanhar ou mesmo obter sucesso na sua empreitada, vai procurar novas possibilidades e oportunidades na sua carreira profissional.

Ser inconformado pode ser positivo. Importante lembrarmos que os grandes gênios e inventores da história se destacavam pelo seu inconformismo. Estavam sempre arriscando e buscando novas formas de entender e explicar o mundo à sua volta. Pessoas assim são destemidas. Isto faz fluir a criatividade do ser humano. São pessoas seguras, comprometidas e que se responsabilizam pelos seus erros cometidos. Não temem a crítica do outro. Não são conformadas. O conformismo é um limitador do potencial humano; a pessoa conformada vê a mudança sempre como algo ruim, difícil e penoso, preferindo “deixar como está”.

Assim pensando podemos dizer que o inconformismo é muito positivo, ele que nos mobiliza para a reflexão, ação e para uma mudança.

Luzia Winandy. Direitos reservados. http://www.luzia.psc.br/

O que gera uma insatisfação e como ela pode ser usada a nosso favor?

Podemos pensar que atrás de uma insatisfação existe sempre uma frustração. Muitas vezes algumas pessoas estão executando trabalhos e tarefas que não estão lhe dando prazer ou não estão encontrando significado naquilo que realizam, ou ainda, podem não se sentir consideradas e valorizadas na suas funções. Isto gera uma frustração que pode ou estagnar a pessoa numa carreira que não lhe proporciona realização e ela permanecer cada vez mais infeliz no setor da produtividade ou por outro lado, pode impulsioná-la para novas buscas profissionais. É saber administrar a frustração que vai fazer a diferença. Porque frustração todos tem em vários momentos e setores da vida. Administrar a frustração significa ponderar os ganhos e as perdas, os erros e acertos, alegria e tristeza, o bom e ruim, o amor e o ódio etc. Esta avaliação vai permitir a pessoa entrar em contato com as duas faces de uma vivencia e com isto vai conseguir usar a insatisfação para seu crescimento pessoal, buscar novos rumos e poder arriscar a procurar mudanças com mais segurança.

Ser inconformado pode ser positivo? Por quê?

Importante lembrarmos que os grandes gênios e inventores da história se destacavam pelo seu inconformismo. Estavam sempre arriscando e buscando novas formas de entender e explicar o mundo à sua volta. Eles são destemidos. Isto faz fluir a criatividade do ser humano. São pessoas seguras, comprometidas e que se responsabilizam pelos seus erros cometidos. Não teme a crítica do outro. O conformismo por outro lado é um limitador do potencial humano; a pessoa conformada vê a mudança sempre como algo ruim, difícil e penoso, preferindo “deixar como está”. Assim pensando podemos dizer que o inconformismo é muito positivo, ele que nos mobiliza para a ação e para uma mudança. lembrando sempre que o equilibrio faz toda a diferença.

Poderemos então nos perguntar por que determinadas pessoas são mais conformadas ou inconformadas que outras?

Além da carga genética, a educação e a cultura podem ser consideradas os grandes pilares e responsáveis pela inovação do ser humano, mas em algumas famílias podem ao contrário, ser um limitador. Muitas pessoas educam seus filhos muito presos em paradigmas e padrões em que a individualidade é pouco respeitada na família. A família vive como um grupo onde apenas são reconhecidos e amados aqueles que obedecem cegamente à regra imposta pela família e cultura; o diálogo é inexistente neste contexto, e os membros da família vivem com idéias já cristalizadas, muitas vezes distorcidas, mas acreditando que só existe um único jeito de se pensar. Para estas pessoas o conformismo faz parte de sua história pessoal e profissional. No entanto, é o diálogo que estimula nossas reflexões sobre questões diversas e é muitas vezes trocando idéias e experimentando que construímos uma opinião mais diferenciada e podemos enriquecer nosso jeito de viver e ser. Com isto podemos nos arriscar a sermos nós mesmos. Estimular o diálogo e buscar o autoconhecimento é muito válido para a recuperação desta individualidade muitas vezes tão fixada em fases ainda infantis.

Luzia Winandy. Direitos Reservados.

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