Luzia Winandy  

A força da Intuição(Entrevista)

July 27th, 2011

Por: Luzia Winandy
Entrevista para o site www.abiliodiniz.com.br no dia 22.07.2011

1 – Ainda há muita dificuldade em entendermos o papel da intuição nos acontecimentos do dia-a-dia. Como você definiria esse sentimento?
Um fenômeno tão essencial em nossa vida e muitas vezes fica tão relegado a segundo plano, sem ser percebido. Na clinica, o que se percebe a intuição é como uma força psíquica, inconsciente, ligada às emoções e que se torna mais perceptível para pessoas que com um grau de autoconhecimento consegue distinguir o racional do emocional. Hoje, com tantas informações que obtemos numa velocidade tão rápida, desejamos explicar tudo muito à base da razão, não dando confiança e nem atenção para o que diz o “coração”. Vejo isto muito em algumas mães, principalmente de “primeira viagem” que ficam numa verdadeira angústia para cuidar de seu bebê, buscando informações cada vez mais precisas sobre cuidados do filho, desacreditando que dentro de si, tem toda resposta; ela se esquece que foi bebê um dia e está tudo guardado em seu inconsciente. Sabemos o que um bebê sente, o que ele quer, porque ele chora, qual o melhor cuidado para determinado choro. Basta sentir o bebê, no aconchego do colo materno, que a mãe consegue captar, por sua própria emoção, o que o bebe está mesmo querendo com seu choro. Com isto, quero dizer que a intuição é um resgate de emoção de experiências vividas, seja a nível afetivo, familiar, social e cultural. Guardamos tudo isto em algum lugar, no inconsciente ou pré-consciente. Quando precisamos tomar alguma decisão, num curto espaço de tempo, o nosso inconsciente trabalha, sem que a gente perceba buscando, dentro de nós, sensações emocionais de experiências semelhantes aquilo que já vivemos e eis que num piscar de olhos, temos uma resposta que a gente muitas vezes se surpreende, perguntando-nos, “de onde busquei esta resposta ou este saber”? Está dentro de nós; temos uma mente tão poderosa e tão rica de sabedoria, imperceptível a “olho nu”, mas que basta ter um estímulo que nossa mente inconsciente, vai lá e resgata um dado emocional que vivemos lá atrás, seja ao longo da história mais remota ou mesmo mais recente.

2 – Como devemos agir quando temos uma intuição? Leia o resto desse artigo »

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Tags: intuiçao
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Como os pais devem agir com crianças timidas(entrevista)

June 21st, 2011

Por: Luzia Winandy
Entrevista para o site www.abiliodiniz.com.br no dia 10.06.2011

Os pais devem antes de tudo, incentivar o brincar. Porque é no brincar que vai permitir o crescimento saudável da criança, possibilitando a construção de seu amadurecimento, com a conseqüente formação de uma pessoa responsável. Um excesso de responsabilidade antes do tempo pode conduzir a um adulto inseguro, medroso e agressivo.
Estudos mostram que é no brincar que se estabelecem os primeiros vínculos sociais, pois é brincando e jogando que a criança vai aceitando a entrada de outras crianças em suas brincadeiras e assimilando que o mundo não pertence somente a ela e a seus desejos. Que o outro também tem direitos e deveres como ela. Ou seja, é na brincadeira de grupo que a criança se abdica de seu egoísmo e permite dividir com o colega; se ajusta ao outro. Ela se socializa a partir das brincadeiras. Descobre que pode ganhar, mas também pode perder. Descobre que suas atitudes têm conseqüências; descobre que é gostoso ter com quem compartilhar suas fantasias nas brincadeiras e desenvolver uma amizade; desenvolve a autonomia, experimentando vivências de tomadas de decisões e busca de soluções de problemas. Leia o resto desse artigo »

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Como vencer a timidez (entrevista)

June 21st, 2011

Por: Luzia Winandy
Entrevista e podcast para o Potal RH Connect em 20.06.2011

Como vencer a timidez? Quais os tratamentos? Dicas para quem é tímido?

A melhor maneira de vencer a timidez é a pessoa se aceitar como ela é. Porque quando nos aceitamos, ficamos bem mais tranqüilos e nos cobramos menos. Quando digo se aceitar não é simplesmente desistir de fazer algo que a faz se sentir tímido; pelo contrário, é enfrentar a situação do jeito que é possível para ela, não criando expectativa sobre si própria. Porque o tímido acaba se cobrando muito, pelas expectativas que ele cria sobre sua pessoa.
Uma psicoterapia é muito indicada para casos onde a pessoa não consegue enfrentar sozinha situações temidas. Vai ajudá-la a entrar em contato com suas fragilidades, limitações falhas, medos, fraquezas, defeitos. A olhar para seus principais sentimentos negativos e idéias errôneas que muitas vezes formulou ao longo da vida, como por exemplo, preciso acertar sempre, preciso ser boa para as pessoas gostarem de mim; desmitificar as interpretações erradas de seus pensamentos acerca de si mesmas. Trabalhar a auto-estima (como a pessoa percebe e valoriza a si mesma). Ajudá-la a desenvolver maior confiança em si própria.
Concomitantemente, utiliza-se na psicoterapia estratégias que levam a pessoa aprender a gerenciar seus medos de errar e poder ousar mais nas situações, ponderando com ela os reais riscos. Leia o resto desse artigo »

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Tags: Como vencer a timidez
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Timidez não é Defeito(entrevista)

June 20th, 2011

Por:Luzia Winandy
Entrevista para o portal http://www.abiliodiniz.com.br/abilio-diniz.htm no dia 10.06.2011

1 – A timidez é um traço de personalidade ou a pessoa adquire essa característica ao longo da vida?
É um jeito de ser da pessoa que segundo pesquisas, vem muitas vezes de origem genética, mas que acaba sendo fortalecido por um ambiente familiar e escolar facilitador. Geralmente, as crianças que se mostram muito boazinhas e submissas, acabam ficando com um rótulo na escola de criança “bobona”. Os colegas “zoam” esta criança, que por seu próprio jeito quietinho, não se vê com quem falar em casa e com o tempo acaba por se convencer disso, formando uma imagem negativa de si. Fica se sentindo sozinha em sua angústia sem procurar ajuda familiar. Mas isto acontece quando os pais não ficam atentos nos filhos. Eles muitas vezes privilegiam os filhos que são bonzinhos e passivos. Os pais devem ficar atentos às crianças muito quietinhas, choronas ou ainda muito grudadas neles para ajudá-las a sair deste ostracismo que muitas vezes elas formam.

2 – A timidez atrapalha mais no trabalho (entrevistas de emprego, falar em público) ou nas relações sociais (amorosas e de amizade)? Leia o resto desse artigo »

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Tags: Timidez nao é defeito
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OS IMPASSES DE UMA TIMIDEZ (ENTREVISTA)

May 25th, 2011

Por: Luzia Winandy
Entrevista para Podcast para o portal RH Connect em maio de 2011

1. Quais são os sintomas e dificuldades de uma pessoa tímida?
A timidez é uma ansiedade que a pessoa sente que vem caracterizada por um sentimento de vergonha, embaraço e inibição diante de algumas situações com um grande temor de ser avaliada negativamente por outra pessoa. Esta inibição vem acompanhada de algumas alterações fisiológicas como um enrubescer, empalidecer, sensação de bolo na garganta, taquicardia, falta de ar, tremores ou então pode vir com alterações como uma sensação de congelamento de idéias, uma paralisia, onde a pessoa não consegue ter uma reação. A maior dificuldade do tímido é um medo de ser avaliado negativamente, ser ridicularizado. Por essa razão ele tem muito medo de se mostrar em suas idéias, opiniões, mostrar suas falhas, o seu não saber.
Por exemplo, um aluno em sala de aula, que se sente envergonhado em fazer uma pergunta ao professor na sala, fica encabulado, enrubescido, com uma sensação de bolo na garganta, muitas vezes por receio de estar perguntando o óbvio, acreditando que todos já sabem aquela informação e fica com medo de ser ridicularizado. Ele não quer mostrar que não sabe. Tem medo de se mostrar inferior aos outros. Formou alguma idéia de que não pode mostrar o seu não saber. É hipersensível a criticas. Qualquer comentário negativo sobre si ele vê como se ridicularizando.

2- Quando percebemos que o individuo é tímido?
As pessoas mais tímidas são aquelas mais caladas, que se relacionam pouco, que não interage com os demais, não gostam de freqüentar festas ou ambientes com pessoas desconhecidas, tem dificuldades de estabelecer relacionamentos amorosos, temem falar em grupo mesmo pequeno, evitam ficar em evidência. Às vezes a timidez está circunscrita em um ou outro aspecto apenas.
Importante lembrar que timidez todos temos em algum momento ficamos tímidos em determinadas situações como, por exemplo, no inicio de uma apresentação e no decorrer dela, perder a timidez, à medida que vai evoluindo o material. Ou podemos nos sentir tímidos diante de uma situação nova, e à medida que interage, vai perdendo a timidez. Ou seja, a ansiedade decorrente dessa situação temerosa, vai diminuindo e a pessoa vai resgatando novamente o seu equilíbrio emocional e reencontrando sua zona de conforto.
A timidez excessiva por outro lado, impede esta evolução natural e o sujeito portador dela, desiste de ir adiante, fica muito incomodado com esta percepção que ele tem de si próprio, se sentindo ridículo, não agüentando esperar abaixar seu nível de ansiedade, por prestar muita atenção em suas alterações fisiológicas, ficando sempre preocupado que estão todos vendo o quanto ele está “transtornado”, e passa a evitar situações que lhe causam este desconforto, culminando muitas vezes num verdadeiro isolamento. Neste nível já pode ser considerada uma fobia social. O tímido excessivo, não consegue descolar dessa imagem que ele imagina que está passando de ser um incompetente e o outro estar vendo-o desta forma.

3- No que a timidez pode atrapalhar Leia o resto desse artigo »

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Tags: relacionamentos, sintomas, timidez
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A Dor da Insegurança (Entrevista)

March 29th, 2011

Por Luzia Winandy
Entrevista para o Portal AlémdaBeleza no mes de março/2011

Quais são as características de uma pessoa insegura?
Uma baixa auto-estima, uma grande necessidade de serem aceitos e reconhecidos pelas pessoas e um enorme medo de errar estão na base da vida de uma pessoa insegura. Por isso, tendem a ser muito perfeccionistas em suas atividades; com um excesso de preocupação de uma avaliação negativa dos outros; dificuldades de assumir responsabilidades pelos erros cometidos; dificuldades de expressar suas opiniões por serem muito criticas e ao mesmo tempo tem medo das criticas dos outros; apresentam uma rigidez interna, sendo pouco flexíveis e tolerantes aos erros também dos outros.

* Até que ponto a insegurança é considerada ‘normal’? Ela pode ser considerada uma doença? Por quê?
Todos nós vivemos momentos de insegurança. Haja visto que qualquer decisão que devemos tomar ou uma escolha a fazer, por menor que seja, provoca uma ansiedade de querer fazer a escolha certa, de não ter arrependimento pela escolha que fez e uma vontade de ter certeza que escolheu “a melhor”. No entanto, sabemos que esta certeza nunca terá. Só nos resta fazer com que aquilo que escolhemos seja bom o suficiente. Ou se não der certo, viver a frustração inerente por não ter dado certo. Ou ainda tentarmos reparar de alguma forma e continuarmos “tocando a vida”.
É justamente nesse ponto que a pessoa com um grau maior de insegurança “peca”. Ela tem uma ilusão de que poderia ter o controle e quer se garantir de não correr nenhum risco de errar no que escolheu. Não quer sentir a culpa, nem a frustração de que se escolheu algo e que não foi o mais acertado ou o mais adequado, e ela vai ter de admitir seu erro. O medo de errar está permeando a vida da pessoa insegura. Nesse sentido pode ser considerada uma “doença” por gerar um grande grau de sofrimento que a pessoa fica acometida: tanto na intensidade como na freqüência em que ocorre. Pode ser medida pelo prejuízo que acarreta na vida da pessoa. Se a insegurança não interferir no modo de vida dela, não trazendo prejuízos para sua vida pessoal, profissional e social, ela acaba sendo bem tolerada e convive bem com isto, esta é uma insegurança normal. É o excesso que torna a insegurança num nível patológico, acarretando prejuízos tais na vida da pessoa que ela não consegue ter uma qualidade de vida de acordo. Leia o resto desse artigo »

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Tags: insegurança
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O Brincar e suas vicissitudes (entrevista)

February 23rd, 2011

Por: Luzia Winandy
Entrevista para a Revista San Michael mês 02/2011

Qual a importância da criança “ser criança”, sem maiores responsabilidades?
O que se percebe hoje, principalmente com as novas configurações familiares, com as transformações do ambiente urbano e com a evolução tecnológica, é que as crianças estão perdendo o seu lugar infantil, dando espaço para “pseudo-adulto”. Está havendo uma “inundação” de compromissos e responsabilidades para as crianças, ainda num momento em que o que elas precisam mesmo é de ter tempo livre para desenvolver o brincar. Porque é no brincar que vai permitir o crescimento saudável da criança, possibilitando a construção de seu amadurecimento, com a conseqüente formação de uma pessoa responsável. Um excesso de responsabilidade antes do tempo, pode conduzir a um adulto inseguro, medroso e agressivo.
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Tags: adulto inseguro, brincar, brincar em grupo, fantasia
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Adoção e Novos Relacionamentos (entrevista)

February 8th, 2011

Por: Luzia Winandy
Entrevista para a revista Logra Kids em fev. de 2011

Uma criança ao nascer, já vem com um vínculo formado, mesmo que frágil, com a sua mãe biológica. Durante a gestação, ela se acostuma com o ritmo “corporal” de sua mãe, que chamaremos de vínculo corporal e é a partir deste vínculo que se inicia o processo de vinculação maior, que vai cada vez mais se fortalecendo com o relacionamento entre a mãe e a criança.
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Tags: Adoção, criança adotada, novos relacionamentos
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O Estresse em nosso dia a dia(Entrevista)

November 23rd, 2010

Por: Luzia Winandy
Entrevista resumida para a TV Uninove no mês de novembro de 2010

1. Quando um nível de estresse passa a ser considerado preocupante?
Vai depender do grau de sofrimento que a pessoa fica acometida, da intensidade da ansiedade e da freqüência em que ocorre. Se não interferir no modo de vida de uma pessoa, não acarretando prejuízos para sua vida pessoal, profissional e social, a ansiedade decorrente de fatores estressantes, acaba sendo bem tolerada. Ou seja, ela consegue mesmo depois de repetidas situações de estresse, retomar um equilíbrio interno; implica que ela está conseguindo administrar bem os conflitos advindos das situações estressoras e não ultrapassar o limiar de tolerância tão importante para manter o organismo em repouso. Algumas pessoas conseguem superar perfeitamente repetidas situações estressantes, enquanto outros podem desenvolver transtornos emocionais e fisiológicos diversos. Tais como: desmotivação e cansaço excessivos; perturbações no sono (insônia ou dormir em excesso); dificuldade de concentração; dificuldade aprendizagem e impaciência. Em outros, pode aparecer como uma manifestação física, afetando os sistemas cardiovascular, digestivo e imunológico, como úlcera, doenças de pele etc.. Se não tratados podem levar a depressão ou transtornos de ansiedade mais importantes.

2. É verdade que o estresse crônico pode ser considerado bom por elevar o nível de concentração?
Pelo contrário, um estresse crônico diminui o nível de concentração. Imagine, ficar o tempo todo em estado de alerta, sentindo-se ameaçada ou com uma sensação de perigo constante; um organismo nesta condição, nunca vai encontrar um estado de repouso e equilíbrio tão necessário para a mente humana.

3. Existem meios alternativos para tratar do estresse patológico?

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Tags: ansiedade, Auto-estima, culpa, estresse, estresse crônico, frustrações, insegurança, tratamento do estresse
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As Nuances de uma Culpa(matéria)

October 1st, 2010

Por: Luzia Winandy

Vamos aqui discutir sobre dois tipos de culpa: uma culpa saudável e uma culpa que chamaremos de nociva.

Ter culpa é um sentimento que marca uma passagem no nosso desenvolvimento emocional infantil e é considerado estruturante. Só conseguimos sentir culpa porque ultrapassamos etapas mais primitivas de nossa mente. É por sentirmos culpa que aceitamos as regras impostas pela cultura, favorecendo uma disciplina e assumindo responsabilidades. Se não sentimos culpa, o nosso mundo fica esquizóide, isto é, significa que não introduzimos o outro como sendo importante na nossa existência; implicaria ver somente a si mesmo como objeto de valor, sem se importar o quanto estamos magoando o outro ou transgredindo as normas sociais.

Precisamos sentir culpados para tentarmos reparar (consertar) algo que sentimos ter feito para aquele a quem amamos: seja o pai, a mãe, o irmão, o marido, a esposa, o filho, o amigo ou qualquer pessoa de nossas relações. Ou seja, a culpa aparece quando a pessoa percebe que atacou(magoou) a pessoa amada e tem medo de perder esse amor(se sente arrependido). Assim ela busca formas de restaurar seu erro, e um deles é no pedido de desculpas, perdão ou mesmo reparando seu erro.
Esta é uma culpa que podemos chamar de saudável porque essa culpa é importante e como já disse é estruturante.No entanto, muitas pessoas não aguentam sentir a culpa, por que ter culpa é doloroso, fica uma fantasia de que estragou e consertar é muito dificil. E acaba se defendendo de sentir culpa, desenvolvendo comportamentos inadequados no lugar da culpa, como por exemplo, uma indiferença, desamor ou hostilidade na relação com o outro. Se as pessoas aceitassem a culpa que sentem, as relações humanas seriam muito melhores.

Vamos falar agora da culpa nociva, que é aquela que a pessoa, carrega em seus ombros, mas não pelos fatos ou erros cometidos, mas pelos erros que PENSA ter cometido.
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Tags: Auto-estima, culpa, disciplina, insegurança, medo de errar, normas sociais, perdão, responsabilidade, transgressão
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